sábado, 3 de dezembro de 2011
sábado, 11 de junho de 2011
SUEÑO DE UNA NOCHE DE VERANO

Teatro Praga em Salamanca
sábado, 3 de julho de 2010
One charming night / Gives more delight / Than a hundred lucky days
Um espectáculo do Teatro Praga em colaboração com Os Músicos do Tejo
A partir de Sonho de Uma Noite de Verão de William Shakespeare
e de The Fairy Queen de Henry Purcell
CCB- Grande Auditório / 3 e 4 Jul - 21:00
mais info aqui
(fotografia: Alípio Padilha)
Criação TEATRO PRAGA | Direcção musical MARCOS MAGALHÃES | Realização vídeo ANDRÉ GODINHO | Iluminação DANIEL WORM D’ASSUMPÇÃO | Som RICARDO GUERREIRO | Cenários BÁRBARA FALCÃO FERNANDES | Figurinos CARLA CARDOSO | Produção BRUNO COELHO, CRISTINA CORREIA, SARA MAURÍCIO | Assistência JOSÉ NUNES
Com ANDRÉ E. TEODÓSIO | CLÁUDIA JARDIM | DIOGO BENTO | JOANA BARRIOS | JOANA MANUEL | JOSÉ MARIA VIEIRA MENDES | PATRÍCIA DA SILVA | PEDRO PENIM | RODOLFO TEIXEIRA
Solistas ANA QUINTANS | JOÃO SEBASTIÃO | NUNO DIAS | ROSSANO GHIRA
Artistas convidados ANA PÉREZ-QUIROGA | CATARINA CAMPINO | JAVIER NÚÑEZ GASCO | JOÃO PEDRO VALE | LEO RAMOS | ROGÉRIO NUNO COSTA | THE END OF IRONY | VASCO ARAÚJO | VICENTE TRINDADE
o TEATRO PRAGA é companhia associada CCB da temporada 2009/2010
e tem financiamento da DGARTES/MINISTÉRIO DA CULTURA
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Estamos cada vez mais perto... cada vez mais perto...
Um espectáculo do Teatro Praga em colaboração com Os Músicos do Tejo
A partir de Sonho de Uma Noite de Verão de William Shakespeare e de The Fairy Queen de Henry Purcell
CCB- Grande Auditório / 3 e 4 Jul - 21:00
mais info aqui
Criação TEATRO PRAGA
Direcção musical MARCOS MAGALHÃES
Iluminação DANIEL WORM D’ASSUMPÇÃO
Som RICARDO GUERREIRO
Realização vídeo ANDRÉ GODINHO
Cenários BÁRBARA FALCÃO FERNANDES
Figurinos CARLA CARDOSO
Produção BRUNO COELHO, CRISTINA CORREIA, SARA MAURÍCIO
Assistência JOSÉ NUNES
Com ANDRÉ E. TEODÓSIO | CLÁUDIA JARDIM | DIOGO BENTO | JOANA BARRIOS | JOANA MANUEL | JOSÉ MARIA VIEIRA MENDES | PATRÍCIA DA SILVA | PEDRO PENIM | RODOLFO TEIXEIRA
Solistas ANA QUINTANS | JOÃO SEBASTIÃO | NUNO DIAS | ROSSANO GHIRA
Artistas convidados ANA PÉREZ-QUIROGA | CATARINA CAMPINO | JAVIER NÚÑEZ GASCO | JOÃO PEDRO VALE | LEO RAMOS | ROGÉRIO NUNO COSTA | THE END OF IRONY | VASCO ARAÚJO | VICENTE TRINDADE
TEATRO PRAGA - COMPANHIA ASSOCIADA CCB TEMPORADA 2009/2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
És tu e ele. És tu e ela. És nós.
in Sonho de uma Noite de Verão, Teatro Praga, 3 e 4 de Julho, CCB
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Fuck! I’m still dancing here on my own!
in Sonho de uma Noite de Verão, Teatro Praga, 3 e 4 de Julho, CCB
domingo, 27 de junho de 2010
E como é que receberam esta proposta de fazer aqui hoje uma parte da peça do Sonho de Uma Noite de Verão do Shakespeare?
in Sonho de uma Noite de Verão, Teatro Praga, 3 e 4 de Julho, CCB
sábado, 26 de junho de 2010
Não estou a perceber. Porque é que o amor não pode ter dinheiro?
in Sonho de uma Noite de Verão, Teatro Praga, 3 e 4 de Julho, CCB
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Eu não sou tua amiga. A não ser que me pagues.
HELENA Então parte lá!
HÉRMIA Então diz lá!
in Sonho de uma Noite de Verão, Teatro Praga, 3 e 4 de Julho, CCB
quarta-feira, 23 de junho de 2010
fill up the bowl
"Pode ser que ele também esteja atrasado em relação a ti. Pode ser que ele ainda te venha a amar. Só que ainda não chegou. Como agora ainda não chegou. Pode ser que ele te ame daqui a umas horas, daqui a uns dias, daqui a uns anos. Já vi acontecer. Só acho é que para ti não é a melhor solução. A insatisfação é fundamental."
Sonho de uma Noite de Verão, Teatro Praga, 3 e 4 de Julho, CCB.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Robert Desnos - Conte de fée
Un homme qui aimait une femme
Il était un grand nombre de fois
Une femme qui aimait un homme
Il était un grand nombre de fois
Une femme et un homme
Qui n'aimaient pas celui ou celle qui les aimaient
Il était une fois
Une seule fois peut-être
Une femme et un homme qui s'aimaient
domingo, 16 de maio de 2010
Titânia
terça-feira, 11 de maio de 2010
terça-feira, 27 de abril de 2010
Arquivo
[in “Prazer de criar” RTPM]
- Sabemos que ao desenhar as suas colecções o António tem preocupações de carácter étnico. Mas eu gostava de saber de que modo é que essa etnicidade deverá ser compreendida.
- Bom, a etnicidade é sempre guerreira. No caso dos homens. São guerreiros. Não são mercadores, não são comerciantes, são guerreiros. São homens prontos a dar a vida, prontos a morrer, prontos a… enfim aquilo a que eu chamo de Samurais. São samurais.
- António gosta particularmente de fotografar os seus figurinos. Concebe encenações adequadas, com a cumplicidade dos manequins. O gosto pela fotografia é uma prática a que se dedica há já longos anos. Que importância atribui ao elemento humano?
- O elemento humano é extremamente importante porque temos de salvar a humanidade. E eu gostava, quer dizer, eu gosto disso. Gosto de salvar alguma coisa. A minha arte é uma arte da salvação.
(...)
- Que importância atribui aos tecidos?
- No meu caso o tecido funciona como um jogo de sensualidade. Um convite à provocação. Fazer a mulher desejar fazer pecado.
- Fazer pecado?
- O pecado, sim, fazer pecado é bom. O jogo todo da sedução acontece apenas no jogo. Depois é o desfecho. E o desfecho já não tem nada. Não interessa. O desfecho é a tristeza. É a depressão. É a morte. O desfecho é tudo o que não queremos. É o nosso maior inimigo. E portanto o tecido cumpre esse papel de sedução, de uma segunda pele. O tecido é o convite ao tacto. E é nessa perspectiva que eu me relaciono com o tecido.
- É tempo de investir nos criadores de moda que traduzam nas suas colecções aspectos da cultura portuguesa na sua dimensão universalista. António, criador multifacetado, é filho de uma escritora macaense, uma senhora cuja elegância e inteligência são uma referência na história de Macau. O seu pai foi reitor do Liceu de Macau e é um dos filhos ilustres desta terra.
- Eu quero-me cumprir na íntegra como criador de moda e para isso quero vestir muita gente. Não quero ter uma boutique porque isso é quedar-me pelo artesanato pelo qual tenho muito respeito mas que não é moda nem é indústria. E se eu puder protagonizar um papel relativamente a Portugal de sensibilizar os agentes económicos portugueses para novos mercados como a China, como o Japão, como a Índia, transferindo as suas tecnologias por via de Macau, e ao mesmo tempo reforçar a presença portuguesa…
- Em 1993 propôs a criação em Macau de um festival de moda do Sudeste Asiático. Em 1995 foi nomeado consultor de moda em Pequim. E os tecidos? Onde vai procurá-los?
- Existe um grande grau de conservadorismo relativamente ao vestuário em Portugal. As pessoas têm medo de ser apontadas como únicas, têm medo de assumir a diferença, no geral, estou a pensar na classe dominante e estou a pensar sobretudo na parte masculina porque depois na parte feminina a afirmação consiste precisamente na diversidade e não na uniformidade.
- E o que diz a sua esposa.
A ESPOSA Eu gosto das criações do António. Sinto-me muito bem com as coisas que ele faz. E se ele as faz a pensar em mim ainda melhor. São elegantes, são discretas. O António é subtil. Não usa por exemplo as lantejoulas, não quer dizer que eu não goste em certas ocasiões, mas a verdade é que esta postura fá-lo criar objectos de arte. E depois tem uma outra faceta, quando faz coisas que explodem. E eu acho que há momentos em que nós mulheres gostamos de explodir. Por isso fico muito gratificada por viver com o António e partilhar o seu processo criativo e sobretudo ter o privilégio de o ver a criar para mim, coisa que me dá uma enorme alegria ao mesmo tempo que me faz claro sentir uma grande responsabilidade. Porque se eu morrer, não é… Se eu morrer acaba-se a arte.
- E tu, João? O que representa o teu pai para ti?
FILHO O meu pai é uma pessoa forte. Já viveu dias difíceis, passou por muita coisa má. Mas continua a ser sempre meu pai.
- O que é que admiras mais no teu pai?
FILHO A arte de ele desenhar. A facilidade que ele tem com o lápis ou a caneta. E quando ele cria. O modo como ele cria. Como as ideias surgem. A criação, sim.
- A criação causa-lhe sofrimento, António?
- Eu não sofro quando crio. Pelo contrário. Nunca me preocupei com o tema da próxima colecção, porque eu sei que ele há-de surgir naturalmente. O importante é esvaziar-nos. Porque o próprio conhecimento é um obstáculo. É condicionador. Vale a pena a gente esvaziar-se e deixar que as coisas aconteçam. Eu uma vez fiz uma colecção inteira no avião. Vi uma revista, olhei, “que engraçado!” Portanto para mim o prazer de criar consiste na descoberta, no encontro que é sempre acidental. E quando existe esse encontro entre mim e o tema então exulto.
- Exulta mesmo?
- Exulto pois. Porque o prazer de criar está nessa troca. Tudo se resume a isto. Depois é o exercício do desenvolvimento. Que é mais fácil. O desfecho. O final do jogo. Mas isso já não é criar. Criar é um prazer.
- O classicismo de formas continua a fasciná-lo?
- É preciso ir às origens das coisas. Eu procuro encontrar algo que seja uma expressão intemporal. Que não tenha princípio nem fim. As minhas colecções tentam traduzir todo um sentimento de vazio, de esvaziamento. E é com isso que eu exulto. Com o esvaziamento. Porque do nada nasce a vida.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
MC Solaar
Craig Garrett: Several of the historical artists whose work you included in the Musee Precaire Albinet did not anticipate the effects that time and entropy would have on their works - the cracks in the surface of Mondrian's paintings, the stains of the facades of Le Corbusier's buildings. But failure is an element designed in to your work. What do you think is the main difference between your outlook and theirs?
Thomas Hischhorn: I am not interested in failure. I do not want to fail, but I do not exclude that I can fail, that my work can fail. But it is not an obsession for me. I am interested in energy, not quality. This is why my work looks as it looks! Energy yes! Quality no! I do not want to intimidate nor to exclude by working with precious, selected, valued, specific art materials. I want to include the public with and through my work, and the materials I am working with are tools to include and not to exclude. This is what makes me choose the type of materials I use. It is a political choice. I want to work for a non-exclusive audience because art can only, as art, be open to non-art. Art can only, as art, have a real importance and political meaning.
[originally published in Flash Art no. 238 (Oct 2004)]







